domingo, 16 de agosto de 2009

Margarina faz Aumentar Colesterol LDL

A gordura da margarina, que é o óleo vegetal hidrogenado ou solidificado, (trans fats) aumenta o LDL e abaixa o HDL, promovendo obstruções coronarianas.

Fonte: Willett, WC ET AL – “Intake of trans fatty acids and risk of coronary heart disease among women” – The Lancet – 1993 – 341:581-85

quinta-feira, 13 de agosto de 2009

Lupeol (uvas, mangas, morangos) X Câncer

Estudo demonstrou que o 'lupeol' é eficaz no tratamento do câncer de cabeça e pescoço. Presente em uvas, mangas e morangos, ele pode ser útil na cura de outros tipos da doença.

O lupeol, um componente presente em frutas como mangas, uvas e morangos, teria a capacidade de destruir e impedir a multiplicação de células cancerígenas da cabeça e pescoço, revelou um estudo de Hong Kong.

Um experimento com ratos demonstrou que o lupeol tem maior eficácia se utilizado em conjunto com drogas quimioterápicas e que praticamente não apresenta efeitos colaterais, afirmaram os cientistas da Universidade de Hong Kong, em artigo publicado no "Cancer Research", em setembro.

"Ele [o lupeol] pode impedir a movimentação e o crescimento das células cancerígenas, e descobriu-se ser mais eficaz do que as drogas convencionais (como o cisplatin)", disse Anthony Yuen, professor do departamento de cirurgia da Universidade de Hong Kong."O lupeol é ainda mais eficiente se combinado com drogas quimioterápicas e tem pouquíssimos efeitos colaterais", continuou.

A equipe de cientistas planeja fazer uma nova bateria de testes com animais e também espera realizar testes clínicos em humanos, apesar de não se comprometer em seguir uma agenda fixa para isso.O câncer de cabeça e pescoço abrange os tumores de nariz, cavidade oral, garganta, cordas vocais, tireóide e glândulas salivares, e é mais comum em asiáticos do que em ocidentais.

Alguns dos fatores de risco são atribuídos ao cigarro, ao consumo excessivo de álcool e a dietas ricas em conservantes.

Inoperáveis

Difícil de serem tratados, esses tipos de cânceres são diagnosticados, em 50% dos pacientes, em estágios avançados, quando as possibilidades de cura são tão baixas que se tornam casos inoperáveis.Cirurgias na cabeça e pescoço são sempre difíceis de serem realizadas porque envolvem a retirada de áreas extensas de tecido doente e, antes de operarem, os cirurgiões precisam descobrir como fechar as enormes feridas que serão feitas.

Também encontrado em vegetais, azeitonas, figos e palmitos, o lupeol teria a capacidade de bloquear uma proteína natural -- conhecida como NFkB -- que ajuda na reparação e no crescimento das células, explicou Yuen.


Peso mantido

No experimento, o lupeol foi dado a ratos infectados com células cancerígenas de cabeça e pescoço. "A substância não só impediu o alastramento das células malignas nas cobaias, como fez com que o tumor diminuísse de tamanho. Em comparação às drogas convencionais, o lupeol reduziu o câncer de maneira incrivelmente mais rápida", disse Terence Lee, outro membro da equipe de pesquisadores.

"As drogas convencionais também fizeram com que os ratos emagrecessem muito, mas os que foram submetidos ao lupeol mantiveram a sua forma", explicou, já que a perda de peso é um fator negativo na luta contra o câncer.

Yuen espera que o lupeol possa ser utilizado para o combate de outros tipos de câncer que também dependam da proteína NFkB para crescer e se multiplicar.

"Talvez seja possível utilizá-lo em outros tipos de câncer porque ele [o lupeol] é capaz de suprimir a proteína NFkB, que é ativada em vários tipos da doença, como no câncer de próstata, câncer de seio e de fígado", disse o pesquisador.

segunda-feira, 10 de agosto de 2009

10 JUN 2009 - Natação


Hoje o Vitor voltou a fazer aulas de natação. Estava todo feliz! Como gosta de água! Não importa se é da praia, rio, piscina, banheira ou até mesmo do chuveiro... rsrsr Até que ele vira-se bem na piscina. Quando era menorzinho, fazia aulas e gostava muito. Natação é a atividade física que ele mais se interessa.

Esta será a última semana de férias (pelo menos é o que esperamos). O retorno às aulas deveria ter sido dia 04/08, só que devido precauções relacionadas à gripe suína, foi adiado para o dia 17/08. Mas a escola enviou um comunicado na semana passada, solicitando o comparecimento na escola para retirar tarefas a serem feitas em casa neste período de “férias forçadas” ...

Agora só falta terem aula até no Natal...rsr

Abração a todos!

Fibromialgia X Suplementos Nutricionais

(Experiência pessoal do médico americano Dr. Ray D. Strand, a respeito da cura de sua esposa)

"Eu já não sabia quanto de frustração ainda seria capaz de tolerar com a saúde declinante de minha esposa. Eu não era apenas mais um marido preocupado: era um médico. E, sendo médico por mais de 30 anos, eu estava habituado a ter respostas para questões médicas. Após graduar-me na Faculdade de Medicina da Universidade de Colorado e ter feito um trabalho de pós graduação no Mercy Hospital de San Diego, estabeleci um bem-sucedido consultório familiar em uma cidadezinha no oeste da Dakota do Sul. Nesse período, conheci Liz e nos casamos. Ela tinha alguns problemas de saúde, mas supunha honestamente que sua saúde melhoraria caso se casasse com um médico. Nunca esteve mais enganada!
Em pouco tempo, nossa família passou a incluir três filhos abaixo dos 4 anos, e a atarefada Liz foi ficando cada vez mais esgotada. Toda mãe de filhos pequenos se cansa, mas Liz parecia incomumente fatigada. Embora tivesse apenas 30 anos, disse-me que sentia ter 60.
Conforme os anos se passaram, ela desenvolveu mais sintomas e problemas de saúde, que requeriam medicações diversas. Por volta de nosso décimo aniversário de casamento, Liz estava tão cansada que passava a maior parte do tempo lutando para colocar um pé adiante do outro. Ela sofria dores corporais contínuas, uma fadiga avassaladora, alergias horríveis e infecções recorrentes dos pulmões e dos seios da face.
Finalmente, após testes e avaliações, os médicos diagnosticaram o problema de Liz como sendo fibromialgia. Esta condição médica envolve diversos sintomas – os piores sendo a dor crônica e a fadiga.
Em anos passados a fibromialgia foi chamada de “Reumatismo psicossomático”, e os médicos acreditavam que a doença existia apenas na cabeça do paciente. Desde então, aprendemos que a fibromialgia é uma doença real e lastimável – algo que posso confirmar após ter visto o sofrimento de minha esposa.
Liz estava disposta a tentar de tudo para continuar dando curso a sua paixão: treinar e montar cavalos de corrida. Mas chegou um momento em que sua dor e fadiga impediam qualquer trabalho com seus amados animais. Ela ficou tão gravemente cansada que não conseguia ficar desperta muito além das 8 da noite, e esfalfava-se por manter-se em dia com a rotina doméstica. Como a fibromialgia não tem cura, tudo o que pude fazer para minimizar os sintomas de Liz foi carregá-la de medicamentos. Eu a fiz tomar amitriptilina à noite para dormir, antiinflamatórios para dor, relaxantes musculares, inaladores para asma e febre do feno, seldane para alergias e até mesmo injeções antialérgicas semanais. Apesar de meus esforços e de toda essa medicação, sua saúde piorava ano após ano.
Em janeiro de 1995, Liz e eu concluímos que uma quantidade maior de exercícios seria melhor para nós dois. Estávamos com uns quilos a mais e tomamos a resolução de Ano Novo de voltar à forma. Liz tentou, mas perdia mais exercícios do que fazia. Uma infecção após outra a acometia e a deixava sob antibióticos quase o tempo todo.
Em março, ela contraiu uma grave pneumonia. Ela tinha dificuldades para respirar, pois um lobo de seus pulmões fora totalmente tomado pela infecção e cerrara-se. O médico que cuidava de seus pulmões tinha grandes receios de que estes não se recuperassem, podendo exigir, até mesmo, cirurgia e remoção. Consultamos um especialista em doenças infecciosas, que submeteu Liz a antibióticos intravenosos, esteróides e tratamentos com nebulizador. Felizmente, dois meses mais tarde a pneumonia desapareceu. Sua tosse, contudo, persistiu, e ela continuou submetida a medicamentos intensos durante meses.
Mais preocupante era sua fadiga, que se mostrava pior do que nunca. Liz só saía da cama, em média, duas horas por dia. Sua asma e suas alergias agravavam-se, e só com boa sorte ela conseguia caminhar até o galpão para ver seus cavalos. Liz estava tão doente que as crianças faltavam em turnos à escola para tomar conta dela. Constantemente de cama, ela se sentia muito fraca, mesmo para ver TV ou ler algo. Isso prosseguiu mês após mês. Embora mantivesse exteriormente um aspecto profissional, em meu íntimo eu estava ficando desesperado.
Visitei diversas vezes o pulmonologista e o especialista em doenças infecciosas. Eles me asseguraram que vinham fazendo todo o possível, dado o diagnóstico de Liz. Quando perguntei quanto tempo levaria para que ela se recuperasse, a resposta foi que de seis a nove meses – ou talvez nunca.
Mais ou menos por essa época, uma amiga da família comentou com Liz que seu marido também tivera pneumonia e sofrera com uma grande fadiga durante a convalescença. Ele tomou certos suplementos nutricionais, e estes o ajudaram a recuperar as forças. Liz e sua amiga sabiam de minha atitude negativa com relação a suplementos nutricionais, então Liz tinha ciência de que precisaria de minha aprovação antes de experimentá-los. Quando me abordou, até eu fiquei surpreso com minha resposta: “Querida, pode tentar o que quiser. Nós, médicos, não estamos lhe fazendo nenhum bem.” Para ser sincero, eu não sabia quase nada sobre nutrição ou suplementação nutricional. Na faculdade de medicina não tinha recebido quase nenhuma instrução sobre o assunto. E não estava sozinho. Apenas 6% dos médicos formando-se atualmente nos Estados Unidos têm algum treinamento em nutrição. Os estudantes de medicina podem fazer cursos opcionais sobre o tema, mas poucos efetivamente os fazem. Como observei na Introdução, a educação da maioria dos médicos é concentrada em doenças, com uma grande ênfase em produtos farmacêuticos – aprendemos sobre remédios e sobre por que e quando usá-los.
Em função do respeito que têm pelos médicos, as pessoas presumem que somos especialistas em todos os problemas relacionados à saúde, incluindo nutrição e vitaminas. Antes de minha experiência de conversão com a medicina nutricional, meus pacientes perguntavam-me com freqüência se eu achava que tomar vitaminas trazia algum benefício à saúde. Eles levavam seus frascos de suplementos ao consultório e me faziam examiná-los. Eu franzia o cenho e, com minha expressão profissional mais astuta, examinava cuidadosamente os rótulos. Devolvendo os frascos, respondia que aquela droga não servia para nada.
Meus motivos eram bons: eu não queria que as pessoas desperdiçassem seu dinheiro. Eu acreditava realmente que aqueles pacientes não precisavam de suplementos e podiam obter todas as vitaminas de que precisavam com uma boa dieta. Afinal de contas, é isso o que aprendi na faculdade de medicina. Eu podia até citar algumas pesquisas que apontavam o perigo potencial de certos suplementos. O que não dizia a meus pacientes é que eu não tinha passado um minuto sequer avaliando as centenas de estudos científicos que provavam o valor da suplementação para a saúde.
Mas o que fazer com minha esposa doente? Eu podia bancar o mágico profissional no consultório, mas, em casa, era apenas outro marido desamparado, vendo a esposa fenecer. Eu realmente não tinha escolha, e por isto disse a Liz: “Vá em frente, experimente as vitaminas. O que você tem a perder?”
No dia seguinte, sua amiga nos trouxe uma série de suplementos vitamínicos – carregados em antioxidantes: nutrientes como vitamina E, vitamina C e betacaroteno, que protegiam o corpo contra os efeitos nocivos da oxidação. Liz os engoliu com avidez, e emborcou ainda dois copos de líquidos para a saúde. Para meu espanto, em três dias ela se sentia visivelmente melhor. Fiquei feliz por ela, mas confuso. Conforme os dias seguintes transcorriam, Liz ganhava mais força e energia, e até mesmo ficava em pé à noitinha. Depois de três semanas ingerindo pílulas e tomando aquelas bebidas de aparência exótica, ela se sentia tão bem que parou com os esteróides e os tratamentos com nebulizador.
Três meses se passaram, todos trazendo melhoras graduais, e Liz não sofreu nenhuma recaída. Ela estava mais forte do que jamais se sentira em anos, e exalava uma renovada perspectiva para a vida. Eu via o brilho em seus olhos quando ela retornava dos treinos e dos cuidados com seus cavalos. Ela não somente conseguia desempenhar as tarefas no estábulo como já não temia sofrer de reações alérgicas ao feno, ao mofo e à poeira. Em vez de cambalear até a cama pouco depois do jantar, ela ficava acordada até as 11 horas ou até a meia-noite. Era eu que ia para a cama primeiro.
O que havia ocorrido? Eu estava aturdido. Se não tivesse sido testemunha ocular desta transformação, nunca acreditaria nela. Seria possível que algumas “vitaminas esquisitas” tivessem restaurado a saúde de minha esposa quando todos os medicamentos e toda a perícia médica eram incapazes de ajudar? Não somente os pulmões de Liz se recuperaram da pneumonia como os sintomas de sua fibromialgia tinham melhorado sensivelmente. Como não existe tratamento médico para fibromialgia, o que estava acontecendo? Era um dos milagres misteriosos de Deus ou seria possível que a saúde renovada de Liz se devesse àqueles – que horror! – suplementos nutricionais?
Para uma pessoa treinada na ciência médica, fiz o que sucederia naturalmente: decidi realizar meu próprio experimento clínico. Revisei meus registros em busca de cinco de minhas pacientes mais sérias de fibromialgia e lhes pedi que comparecessem a meu consultório. (Que tal essa agora – um médico pedindo a seus pacientes que façam uma consulta?) Relatei a todas a história de Liz e sugeri que pensassem em tomar suplementos nutricionais. Disse a cada uma delas que não sabia se este “tratamento alternativo” funcionaria, mas que valeria a pena tentar.
As vítimas típicas de fibromialgia são desalentadas e, por isso, minhas cinco pacientes se mostraram muito ansiosas. Depois de um período que se estendeu de três a seis meses, todas, sem exceção, declararam ter obtido melhoras de saúde depois de tomar os suplementos vitamínicos. Nem todas experimentaram uma recuperação de saúde como a de minha esposa, mas todas estavam animadas e tinha novas esperanças.
O caso de uma destas mulheres era particularmente grave. Ela buscara soluções na Clínica Mayo e em duas outras clínicas para dores, mas, como não existe tratamento efetivo contra fibromialgia, não encontrou nenhum alívio consistente. A dor do ano precedente a debilitara a tal ponto que ela tentara suicidar-se. Após tomar essas vitaminas, ela me ligou e deixou uma mensagem em minha secretária eletrônica. Visivelmente em lágrimas lutando para falar, ela disse: “Dr. Strand, obrigada por me devolver minha vida”.
Todo médico adora ouvir palavras como essas. Mas o que exatamente estava ocorrendo com estas pacientes? Como eu sabia que meus estudos preliminares com cinco pacientes não bastavam para chegar a uma certeza científica quanto aos suplementos nutricionais, precisei cavar mais fundo.
Em um ano, examinei mais de 1300 estudos científicos médicos editados por especialistas versando sobre suplementos nutricionais e o modo como estes afetam as doenças degenerativas crônicas. Esses estudos eram ensaios clínicos do tipo duplo-cego, controlados com placebo, o tipo que os médicos adoram. A suprema maioria destes estudos aponta uma melhora significativa de saúde entre pacientes que tomavam nutrientes em níveis otimizados, os quais são significativamente mais altos que o nível dos valores diários de referência.
Se você já estiver doente, por favor, anime-se. Quase todas as histórias (dos pacientes do Dr. Strand) são de pacientes que também haviam perdido a saúde. Com muita coragem e determinação, eles continuaram a buscar respostas, e, depois de experimentar os princípios aqui apresentados, recuperaram sua saúde.
Liz é meu estudo de caso. Aliás, a saúde dela continua ótima – embora tenha se casado com um médico! Em vez de passar horas e horas por dia sofrendo dores e fraqueza na cama, ela leva a vida de seus sonhos. Possui a energia necessária para desfrutar plenamente sua condição de esposa e mãe. E sua paixão por treinar cavalos e exibir cavalos já não são anseios da imaginação, e sim uma realidade diária."


O relato acima é a experiência pessoal do Dr. Ray D. Strand, M.D., citada em seu livro: “O Que Seu médico Não Sabe Sobre Medicina Nutricional Pode Estar Matando Você”.

Patê de Grão de Bico

Ingredientes:
-500 gramas de grão de bico
- 1 colher de sopa de tahine
- 1 cebola
- 2 dentes de alho
- sal e azeite a gosto

Modo de preparo:
Cozinhe o grão de bico por 30 minutos. Abra a panela e acrescente alho, cebola e sal. Tampe novamente e deixe cozinhar até ficar bem macio. Acrescente o tahine e o azeite e bata no liquidificador.

Bolo de Castanha

Ingredientes:
- 2 xícaras de palmito picado
- 1 xícara de castanha de caju moída
- 1 xícara de farinha de rosca
- ½ xícara de tomate picado sem semente
- 1 colher de sopa de tahine
- 1 cebola picada
- 3 dentes de alho moídos
- ½ xícara de salsinha
- 1 xícara de milho verde picado/poído
-1/2 xícara de leite de soja em pó (soja Suprasoy)
- Sal a gosto
- 3 colheres de sopa de azeite

Modo de preparo:
Misturar todos os ingredientes, colocar em forma de bolo inglês ou de pão. Assar com papel alumínio por 1 hora – forno 180 graus.

domingo, 9 de agosto de 2009

Esperança para Vencer os Traumas Emocionais

Aqueles foram os 102 minutos mais tenebrosos da história dos Estados Unidos. Desde o impacto do primeiro avião com a torre norte do World Trade Center (WTC), no dia 11 de setembro de 2001, até o desabamento da segunda torre, foram eternos 102 minutos em que o mundo parecia ter perdido a respiração.
“Um avião bateu contra o WTC, há fogo, muita fumaça, mas não se assiste”, disse Tony Rocha à sua mulher, Marylin Marques, antes de o telefone ficar mudo. Em 1994, já com o curso de administração de empresas concluído, Tony se casou com Marylin. Além de bom marido e pai, ele se tornou respeitado corretor em Wall Street. Trabalhava na Cantor Fitzgerald Securities, cujos escritórios ficavam na torre norte do WTC. A Cantor perdeu 700 dos seus mil funcionários, entre os quais Tony, que deixou, além da esposa, dois filhos pequenos.
Quando viajamos de ônibus, metrô ou avião, nos deparamos com muitas pessoas. Algumas seguem imersas em livros ou jornais, outras olham pela janela do veículo indiferentes ao passageiro ao lado. Olhares perdidos de vidas que vêm e vão. Quantos traumas emocionais: tristezas, desilusões, sonhos frustrados, tragédias, saudades! Quem de nós não tem algum desses itens na bagagem? Quantas Marylins se arrastam pela vida sem seus Tonys?
Mas a verdade é que a maior parte da vida geralmente não é feita de desastres ou alegrias incomuns. Ao contrário, vivemos quase sempre uma rotina de eventos comuns. É nesses momentos que devemos nos preparar para enfrentar os traumas e as tragédias. Mas como? Primeiramente, é bom saber que Deus deseja libertar você de um passado de experiências dolorosas, curando seus traumas e restaurando-lhe o equilíbrio emocional. Assim, você pode olhar o futuro com esperança, mesmo sabendo que haverá experiências difíceis. O relacionamento constante com Deus em “tempos de bonança” é que nos fortalece para as tempestades.
Além disso, é bom lembrar que, conforme disse Fernando Sabino, conhecido escritor brasileiro, “no fim tudo dá certo; se ainda não deu é porque ainda não chegou o fim”. É isso mesmo. A Bíblia garante que este mundo terá um fim feliz para os que acreditam nisso – o fim das tragédias, o fim da dor, o fim da morte. Jesus prometeu em mais de 2.500 passagens bíblicas que Seu retorno é certo e que esse acontecimento será a solução para todos os problemas humanos. E o Mestre nunca mentiu.
É como se pudéssemos ouvir o Senhor dizendo: Há fogo, muita fumaça, mas não se assuste. “Venham a Mim, todos os que estão cansados e sobrecarregados, e Eu lhes darei descanso” (Mateus 11:28). “Busquem, pois, em primeiro lugar o Reino de Deus e a sua justiça, e todas essas coisas [inclusive a paz] lhes serão acrescentadas. Portanto, não se preocupem com o amanhã, pois o amanhã trará as suas próprias preocupações” (Mateus 6:33, 34). “Lancem sobre [Mim] toda a sua ansiedade, porque [Eu tenho] cuidado de vocês” (1 Pedro 5:7). “Nao se perturbe o coração de vocês. Creiam em Deus; creiam também em Mim. Na casa de Meu Pai há muitos aposentos; se não fosse assim, Eu lhes teria dito. Vou preparar-lhes lugar. E se Eu for e lhes preparar lugar, voltarei e os levarei para Mim, para que vocês estejam onde Eu estiver” (João 14:1-3).
Nunca se esqueça de que acima das nuvens de tragédias e tristezas que muitas vezes envolvem nossa vida, está o sol da esperança. E esse sol tem nome: Jesus.
(Michelson Borges)

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