Visualizações desde JUL 2010

Pesquisar este blog

Carregando...

quinta-feira, 25 de junho de 2015

Médicos brasileiros fazem cirurgia inédita para retirada de tumor no cérebro

Ontem foi realizada no GRAACC, pela equipe do Dr. Sérgio Cavalheiro, uma cirurgia inédita na América Latina. Pela primeira vez, um aparelho de ressonância está sendo usado na mesa de operação para mapear e retirar o tumor do cérebro de um paciente. Essa é a primeira sala cirúrgica da América Latina com o equipamento e o melhor: 80% das cirurgias realizadas no Hospital Graacc são feitas pelo Sistema Único de Saúde (SUS). O novo centro cirúrgico custou R$ 10 milhões, dinheiro que foi doado por duas fundações e uma grande empresa. Essa notícia me encheu de alegria! Meu filho foi operado a 7 anos e 4 meses nesse mesmo hospital e por esse mesmo médico. Infelizmente ainda não existia esse recurso. Se existisse, quem sabe teria ficado sem sequelas ou o tumor teria sido retirado por completo?  Fico imensamente feliz em saber que a ciência está avançando e cada vez mais crianças serão salvas!!

O GRAACC atende tanto por convênios particulares quanto pelo SUS e todos são tratados da mesma forma, com respeito e atenção. Parabéns a estes profissionais tão dedicados!!

Abaixo, a matéria que foi veiculada no dia de ontem no Jornal Hoje da Rede Globo.


Uma equipe de médicos de São Paulo faz, nesta quarta-feira (24), uma cirurgia inédita na América Latina. Pela primeira vez, um aparelho de ressonância está sendo usado na mesa de operação para mapear e retirar o tumor do cérebro de um paciente.

Tiago fez oito anos na terça-feira (23), mas a festa ficou para depois. Ele foi internado para fazer uma cirurgia na cabeça, para retirar um tumor grande, de quase seis centímetros, do cérebro. “Só quero que ele volte à vida normal”, diz a mãe, Rosiane Gonçalves.

As paredes, a porta e até o piso e o teto da sala de cirurgia são blindados, para barrar ondas eletromagnéticas. O centro cirúrgico foi construído para poder usar, dentro dele, um equipamento de ressonância magnética. “Isso nos permite que, durante o procedimento cirúrgico, nós realizamos tomadas de ressonância para sabermos se nós estamos no tumor, quanto de tumor já tiramos e se tiramos o tumor totalmente”, explica Sérgio Cavalheiro, neurocirurgião pediátrico.
Sem a máquina na sala, a alternativa é remover o paciente do centro cirúrgico durante a operação, o que além de demorado, aumenta o risco de infecção. Outra opção é fazer a ressonância só no dia seguinte.

De acordo com os médicos, cerca de 30% dos pacientes voltam para a mesa de operação, porque os exames feitos depois mostram que sobraram partes do tumor.

Essa é a primeira sala cirúrgica da América Latina com o equipamento e o melhor: 80% das cirurgias realizadas no Hospital Graacc são feitas pelo Sistema Único de Saúde (SUS). “Com essa máquina, a gente deve chegar perto de 120 novas cirurgias por ano com crianças pequenas e com grandes tumores, podendo aqui serem salvas e terem condições de voltar a ter atividade normal”, comemora Sérgio Petrilli, superintendente do Hospital GRAACC.

O tumor do Tiago, que está sendo atendido pelo SUS, fica na parte de trás da cabeça. Com o equipamento bem à mão, os médicos podem fazer quantas imagens quiserem e decidir em poucos minutos o que ainda é preciso fazer. “Essa máquina vai me dizer se realmente eu tirei todo o tumor. Para o neurocirurgião, às vezes, é frustrante. Você acha que tirou todo o tumor e ainda não tirou. Quando faz a ressonância no dia seguinte, às vezes dois dias, você vê que ainda vai ter que retirar”, afirma Petrilli.

O novo centro cirúrgico custou R$ 10 milhões, dinheiro que foi doado por duas fundações e uma grande empresa.

Fonte da Matéria: g1.globo.com


E aqui a reportagem que saiu no Jornal Hoje da Rede Globo:

http://globotv.globo.com/rede-globo/jornal-hoje/t/edicoes/v/medicos-brasileiros-fazem-cirurgia-inedita-para-retirada-de-tumor-no-cerebro/4275343/

2 comentários:

  1. Quero deixar meu testemunho de cura.
    Meu nome é Manoela Souza, tenho 38 anos, casada, duas lindas filhas chamadas Maria Alice e Maria Sophia.

    Em dezembro de 2013 tive uma dor abdominal que durava aproximadamente 40 minutos e parava, isso aconteceu por diversas vezes, acredito que por mais de 5 vezes, não liguei embora bastante dolorida a dor parava, nunca liguei de ir para o médico e sempre procurava evitar pois sempre tive medo, meus dois partos foram traumáticos.

    Comia muita coisa gordurosa como queijos e era louca por manteiga de garrafa, não sabia que isso estava causando as dores.

    Uma das vezes depois da crise minha mãe me convenceu a fazer a ultrassonografia abdominal, fui morrendo de medo de ser algum coisa maligna e de receber uma notícia não muito agradável.

    O médico me falou que estava com a vesícula contraída com sugestão de microcálculo, fiquei desesperada, levei pro meu gastro ele tentou me acalmar sem sucesso, já tinha lido alguns artigos na internet que indicavam que o meu caso poderia ser câncer, nesse meio termo comecei a perder peso o que me fez entrar em desespero, parei de comer gordura, pesava 72 kg, 5 meses depois estava com 60kg, entrei numa busca incessante pelo diagnóstico que me trouxesse paz, mas o que vejo agora foi que mergulhei numa depressão profunda por que não mais acreditava em quem dissesse que eu não estava com câncer, fazia exames atrás de exames, fiz 2 ecografias, 1 ressonância magnética e 1 tomografia que pra o meu desespero não mostrava o tumor, começaram a aparecer sintomas no meu corpo, como icterícia, fezes escuras, entre outros, meu Deus como estava desesperada, ia morrer tinha certeza!!!!

    Nesse momento ninguém mais acreditava em mim, cheguei ao ponto de tomar antinflamatórios e vários tipos de remédios para me fazer dormir, como estava obcecada não conseguia pensar em mais nada, minhas filhas já não me davam prazer, vivia em um mundo que era diferente de todo mundo.

    Mas Graças a Deus, a minha vizinha Lenilda vendo meu sofrimento me levou para igreja batista onde conheci um grupo de ajuda de pessoas com depressão.

    No começo não me identifiquei com ninguém, mas a cada dia que ia vi que estava perdendo a minha vida, que tinha deixado de ter interesse no meu marido, nas minhas filhas, minha mãe(fui criada sem pai) era minha inimiga, o grupo de abraçou e me acolheu e me mostrou sobre o poder de Deus.

    Havia pessoas que tinha perdido filhos, pessoas que realmente estavam em tratamento de câncer daí vi que o meu problema era menor que de todos.

    Já sabendo do meu problema na igreja conheci um cirurgião Dr. Arnaldo que me acalmou e me operou.
    No final tinha 10 microcálculos, que foram tirados com sucesso.

    Meu peso só voltou ao normal quando deixei de me preocupar com ela.

    As lições que aprendi foi:
    - Coloque Deus em primeiro lugar na sua vida.
    - Escute as pessoas da sua família
    - Escolha um único médico para lhe acompanhar
    - Não se prenda a um único ponto, no meu caso foi a perda de peso, no seu pode ser outra coisa
    - Faça exame, mas não exagere, pra tudo há um limite, defina-o e coloque Deus no controle ele irá falar pelos médicos.
    - Em último lugar, mas é o conselho mais importante, a internet não é o melhor lugar para pesquisar doenças, ela me atrapalhou bastante, ao ponto de eu achar que sabia mais que os médicos.

    ResponderExcluir
  2. quem quiser entra em contato segue meu e-mail

    mpsouzamanu@zipmail.com.br

    ResponderExcluir