sexta-feira, 17 de outubro de 2014

Rato na coca-cola

No dia 05/09/14 eu e meu filho Vitor fomos à região central de São Paulo e ao passarmos pelo largo São Bento, vimos o goiano Wilson Batista, cuja história foi bastante divulgada em 2013, após a veiculação de uma matéria no "Jornal da Record" relatando sobre o que ocorreu com ele no ano 2000, após ter ingerido uma pequena quantidade do refrigerante coca-cola contaminado com restos de rato morto. Desde então, sua vida mudou drasticamente, pois passou a apresentar sérios danos neurológicos irreversíveis. Ele garante que tem laudos que comprovam que as seis garrafas de Coca-cola que adquiriu naquela ocasião estavam contaminadas com restos de ratos, visíveis até hoje em algumas delas que estão em seu poder.

Wilson traz sérias sequelas do ocorrido e moveu um processo contra a fabricante da Coca-Cola, a Spal Indústria Brasileira de Bebidas S/A. A ação tramitou no Tribunal de Justiça de São Paulo sob o número 583002003068942.

Em novembro de 2013 saiu o veredicto e a Justiça de São Paulo negou o pedido de indenização. Em decisão, a juíza Laura de Mattos Almeida, da 29 ª Vara Cível, considerou que há "fortes indícios de fraude" nas garrafas apresentadas pelo autor do processo e que as alterações físicas ou neurológicas do consumidor não estariam relacionadas ao evento.

Mas essa decisão não pôs fim à luta de Wilson, que utiliza locais públicos de grande circulação para divulgar a sua causa.





Eu não tenho muito a dizer sobre o caso, se a bebida foi ou não capaz de causar tamanho mal...

É fato que a cola-cola está longe de ser uma bebida saudável, principalmente por causa de um dos seus ingredientes, o corante"caramelo IV", que de acordo com o toxicologista Anthony Wong, foi detectado uma quantidade exagerada na bebida. Essa substância que dá cor e sabor ao refrigerante está relacionada ao câncer de pulmão, esôfago e sangue. A coca-cola vendida no Brasil, tem 67 vezes mais quantidade desta substância que o refrigerante vendido na Califórnia, Estados Unidos.

O diretor do Centro pela Ciência de Interesse Público, da Califórnia, Michael Jabocson, explica que o corante deveria ser retirado pela indústria, pois " a substância representa uma ameaça à saúde pública".
Bom, isso sem falar na quantidade exagerada de açúcar presente nos refrigerante em geral... Cada um tire suas conclusões e avalie se vale ou não à pena expor-se a tanto risco.

Abaixo, matéria exibida no Jornal da Rercord

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