domingo, 16 de agosto de 2009

Os Capilares Sanguíneos X Aloe (Babosa)

O autor deste livro é o químico alemão Michael Peuser, um dos maiores pesquisadores no mundo sobre o grande poder medicinal da aloe (babosa). Autor dos livros “Câncer, onde está tua vitória?” e “Aloe, a Imperatriz das Plantas Medicinais”, pesquisou profundamente mais de 100 doenças, em cujo tratamento a Aloe (babosa), como eficaz coadjuvante, acelera e melhora as terapias. O autor avaliou mais de 500 livros e textos publicados em todos os tempos, não apenas as 300 substâncias diferentes contidas na Aloe (babosa), mas também o vasto espectro de aplicação dessa planta medicinal em dezenas de doenças. Peuser enfatiza que o emprego da Aloe (babosa) é a terapia mais antiga utilizada pela humanidade e, para fins medicinais, é a maior “fábrica farmacêutica do mundo”. “Se houvesse uma farmácia que oferecesse todos os remédios fabricados no mundo, 25% de suas substâncias ativas também se encontrariam na Aloe (babosa)”.
Na obra Commentar zur Pharmacopea Germanica - o primeiro livro oficial para os farmacêuticos alemães -, patrocinada pelo chanceler Otto von Bismarck, em 1873, encontra-se o comentário: "A Aloe (babosa) parece ter encontrado uso médico desde tempos imemoriais. Desde o início da era cristã a Aloe (babosa) foi um dos remédios mais utilizados". Hoje a Aloe (babosa) é o remédio mais pesquisado com mais de 4 mil textos publicados em revistas científicas medicinais e uma grande parte com testes duplos cegos.
Segundo Peuser, nossa saúde começa a enfraquecer quando os 150.000 Km de capilares arteriais e venosos, existentes em nosso corpo, diminuem o seu diâmetro e não conseguem transportar em quantidade suficiente as células sanguíneas. Assim ocorre a redução do suprimento do oxigênio e dos nutrientes para as 65 bilhões de células. Ao mesmo tempo, as toxinas não são eliminadas em quantidades suficientes. Tudo isso poderá acarretar no colapso de nosso organismo.
Isso mesmo... Nosso organismo tem 65 bilhões de células que são supridas pelos capilares que, colocados em linha reta, correspondem a 3,5 vezes a circunferência de nosso globo terrestre ou seja, 150.000 Km.
Todo este fino sistema de capilares tem um volume de, aproximadamente três a quatro litros. Muitas pessoas afirmam que os capilares tem o diâmetro de um fio de cabelo ou seja, 0,1 mm; mas se isto fosse verdade o volume total dos 150.000 KM de capilares com diâmetro de 0,1 mm seria de aproximadamente 1.200 litros e não caberia em nosso corpo que tem um volume médio de 70 litros. Isto mostra que os capilares são muitas vezes mais finos que um fio de cabelo.
Esses capilares têm papel decisivo no surgimento de mais de 100 doenças, dentre as quais algumas crônicas, com milhões de vítimas, como por exemplo câncer, angina pectoris, psoríase e fibromialgia, para citar apenas algumas.



A circulação sanguínea
O coração bombeia por minuto todo o sangue de nosso corpo para a corrente sanguínea – aproximadamente 10.000 litros ao dia, o que corresponde ao volume de um caminhão tanque.Para isto, é importante o bom desempenho das ARTÉRIAS, que alimentam as diversas regiões do corpo com sangue bem oxigenado e nutrientes; VEIAS, que sirvam para a limpeza do tecido e transportem, de volta ao coração e aos pulmões, o sangue pobre em oxigênio. A saúde de nosso sistema capilar é importante. Os capilares, os músculos, microscópicos vasos abastecem cada uma das 65 bilhões de células. O sangue rico em oxigênio é bombeado pelo coração até a periferia via sistema arterial. Lá, as artérias se subdividem em arteríolas, pré-capilares e, finalmente, nos menores vasos de nosso corpo, os capilares, que são formados por camadas de células epiteliais tubulares. Eles interligam artérias e veias e são o local das trocas de gases. Nos capilares o fluxo sanguíneo é bastante lento, que favorece o metabolismo.


Paredes porosas dos capilares
A fina parede capilar é porosa. Pelos poros, o corpo transfere as substâncias como oxigênio, água, sal e albuminas dos capilares para as células pelas membranas semi-permeáveis. Somente pequenos corpos sanguíneos e moléculas gigantes do plasma não conseguem passar por esses poros...
A remoção dos resíduos é feita via sistema venoso cujas veias estão providas de, assim chamadas, válvulas que tem por objetivo regular o refluxo do sangue. Nos anos 50 e 60 foi constatado (por Rohracher) que existem formações anatômicas nas vênulas e, mesmo na parte venosa dos capilares, que funcionam como válvulas.



Os capilares reagem à temperatura e lesões
Os capilares da epiderme são importantes para a regulagem da temperatura do corpo. Quando ela aumenta, há uma irrigação sanguínea maior na pele e, assim, o sangue pode esfriar-se na superfície corporal.
Ocorrendo um trauma dos sensíveis capilares, o sangue entra no tecido, ocasionando um hematoma. Para o tratamento de um estado agudo, os meios mais apropriados são o frio e/ou compressas. A hemoglobina nesse sangue perdido assume a coloração azul, porque o tecido retira dele o oxigênio. Se mais adiante a mancha fica verde ou amarela, isso se deve à bilirrubina, um subproduto da hemoglobina. Essa pigmentação anuncia a recomposição dos capilares lesados.



Como o oxigênio e o nitrogênio entram no sangue?
Oxigênio, nitrogênio e um dos produtos finais, o dióxido de carbono, movem-se como todos os gases, sempre na direção em que houver menos pressão do respectivo gás. Isto vale de maneira muito especial para a respiração no pulmão e na célula. O ar respirado contém em média, além de seus 21% de oxigênio e 78% de nitrogênio, mais de 1% de outros gases. Após a respiração, essa relação mantém-se igual nos alvéolos pulmonares.
Para que os efeitos do oxigênio e do nitrogênio sejam eficazes no sangue, há necessidade de um sistema de transporte eficiente. Este é representado pelos glóbulos vermelhos, pela hemoglobina, que é a “parte vermelha do sangue”. O oxigênio chega aos glóbulos vermelhos e liga-se à hemoglobina. Cada molécula de hemoglobina pode ligar duas moléculas de oxigênio.



Capilares estreitos como causas de doenças
O fluxo sanguíneo nos menores vasos, os capilares, é uma questão complicada em todos os organismos de seres de sangue quente. O grande problema reside no fato de ser o diâmetro dos glóbulos vermelhos (eritrócitos) um pouco grande demais para os capilares, de forma que eles têm de “abrir seu caminho” em “fila indiana”, ou seja, um após o outro.
Para evitar que os glóbulos vermelhos de colem, foram desenvolvidos diversos mecanismos compensatórios. Os glóbulos vermelhos se repelem, devido à sua carga elétrica. Isso nem sempre funciona sem ressalvas. Diversas interferências podem ocasionar uma perda desta carga elétrica valiosa dos glóbulos vermelhos e, consequentemente, cria-se um caos, um verdadeiro “congestionamento” nos capilares. O sangue, então, flui mais devagar, transportando menos nutrientes e oxigênio à musculatura. Ao mesmo tempo, fica alterada a remoção dos resíduos de processo metabólico, os quais por falta de transporte acabam acumulando-se nos espaços intermediários das fibras musculares, ocasionando dores e enrijecimento de membros, quadro este, que faz parte da sintomatologia da fibromialgia.
Também diabetes tem seus efeitos sobre os capilares. A partir de 200 mg/dL de glicose no sangue há tanto açúcar nos capilares que o fluxo sanguíneos dos glóbulos vermelhos (velocidade do fluxo) diminui sensivelmente devido ao estreitamento dos capilares (como um congestionamento na saída de rodovias). Na marca de 300 mg/dL o sangue nos capilares já está parado. Abrem-se então ligações de curto-circuito e o sangue flui ao lado de seu ponto de destino sem atingir o mesmo (rodovia com saída fechada).
No caso de diabetes não diagnosticada ou desregulada, o constante aumento de açúcar no sangue prejudica, preferencialmente, células que podem absorver glicose sem insulina. A essas células dependentes de insulina pertencem os vasos sanguíneos na retina ocular (denominadas células endoteliais) aquelas que revestem a retina, como um papel de parede. Com o prolongamento de diabetes, essas células são afetadas, morrem e têm de ser trocadas por novas células endoteliais. Infelizmente, esse processo de reparação nem sempre funciona, de maneira que, inicialmente, em algumas poucas partes e mais tarde em áreas sempre maiores, os menores capilares entram em colapso. O sangue já não flui mais por eles. Além do mais os capilares, cujas células endoteliais ainda vivem, mas já então alteradas, ficam permeáveis à passagem de componentes do sangue.
Nos locais da retina em que repousam grupos de capilares fechados, inicia-se a tentativa de formar novos vasos sanguíneos. Aparecem pequenos sacos vazios – microaneurismas – que podem ser detectados com o oftalmoscópio como pequenas manchas vermelhas. São os primeiros sinais visíveis de que a diabetes afetou a retina.
Se campos maiores dos capilares estão fechados, esta procura compensar a evolução do déficit de oxigênio com a formação de novos vasos. Essa tentativa é, no entanto, fatal, porque os vasos recém-formados são muito quebradiços e penetram no corpo vítreo localizado diante da retina. Aí ocorre um leve sangramento. Se esse sangramento acontece diante do campo de maior acuidade visual – a mácula -, o paciente é acometido de cegueira aguda..



A formação de novos capilares no câncer (angiogênese)
Nos tumores cancerosos, também se observam quão importantes são os capilares. Uma das causas principais de tumores é o colapso do suprimento de oxigênio nas células. Nesse caso, os capilares são estreitos ou fechados, De acordo com Otto Warburg, alemão laureado com o Prêmio Nobel, na falta de suprimento de oxigênio, as células são levadas ao processo de fermentação celular, o que cria muito mais energia do que o abastecimento natural, normal e sadio das células com oxigênio. Como a fermentação celular fornece mais energia, estas células recebem assim uma força que pode ocasionar uma multiplicação mais rápida e incontrolável das células o que denominamos câncer.
Na falta de oxigênio, a natureza procura uma compensação imediata e novos capilares crescem nas áreas ameaçadas de tumor. Fala-se então de angiogênese. O conceito é de J. Folkmann (pesquisador de Harvard) e resultou do estudo da vascularização de tumores (com base nas pesquisas do Dr. Judah Folkmann, foi desenvolvido o ultra moderno quimioterápico de terapia alvo AVASTIN. Uma única dose de AVASTIN custa hoje em torno de R$ 10.000,00 ). A angiogênese tumoral significa, no entanto, quase que exclusivamente o crescimento de novos capilares. Ao atingir determinado tamanho, o tumor transmite sinais, os chamados “fatores de crescimento”, a receptores nas células endoteliais, situados sobre as paredes vasculares, estimulando a formação de novos capilares.
Esses novos capilares, infelizmente, são atingem todas as células subnutridas ou sem nutrição alguma, de maneira, que, frequentemente, o tumor não pode ser completamente paralisado, continuando por isso a favorecer sua existência. Normalmente esse processo natural da angiogênese tem uma função importante no organismo, como por exemplo no desenvolvimento embrionário, na menstruação e na cura de feridas. Nesses casos o papel da angiogênese é decisivo.


Capilares suprem o cérebro com oxigênio
Vinte por cento do oxigênio absorvido pelo organismo é transportado pelos capilares ao cérebro e lá consumidos. Se o suprimento de oxigênio não estiver assegurado ou for limitado por algum motivo, isso pode levar não apenas a alterações perceptíveis no desenvolvimento do cérebro, como também interferir negativamente na transmissão de impulsos cerebrais a outros órgãos, glândulas e músculos. Tais interferências podem pôr em risco o funcionamento de todo o organismo e também ocasionar, ao longo do tempo, danos irreversíveis. Células cerebrais mortas por falta de oxigênio não podem mais ser repostas.



Organismo ácido deixa glóbulos vermelhos rígidos
Quando os glóbulos vermelhos se encontram em meio altamente ácido, os mesmos perdem a sua elasticidade. Esses corpos, normalmente, arredondados como pequenos tambores, não conseguem mais se alongar para poderem passar por capilares mais finos ou ultrafinos. Esta situação é denominada (Rigidez acidótica” (Dr. Worlitschek – “Praxis des Sãure-/Base-Hausgaltes”, S. 55). O resultado é um fornecimento reduzido de oxigênio e dos nutrientes para as células.

Principais causas do estreitamento dos capilares :
1. Alimentação errada
2. Mistura, nas refeições, de alimentos que não combinam
3. Fumar ativa ou passivamente
4. Álcool
5. Radiações
6. Certos produtos químicos e quimioterapia
7. Determinados vírus, baxctérias e parasitas
8. Falta de água
9. Notícias ruins, choque de conflitos, estress, tristeza, desgosto e insatisfação no lugar de trabalho
10. Mudanças Hormonais
11. Falta de exercício físico


Qual a função da aloe (babosa) nos capilares?
A aloe (babosa) pode restabelecer o diâmetro dos capilares estreitados, restabelecendo à sua forma original e sadia. As aberturas e os poros dos capilares são igualmente dilatados para os seus diâmetros normais e sadios, e os resíduos do metabolismo acumulados podem voltar a ser removidos normalmente, pelos capilares. Os espaços entre as células são novamente esvaziados. A aloe (babosa) pode ajudar nosso organismo a se livrar dos radicais livres.
Eu (Lidionete) acredito na cura de doenças através de mudança dos hábitos alimentares. Uma alimentação saudável ajuda a restabelecer o equlíbrio do organismo. Um organismo intoxicado não funciona da maneira que Deus planejou... A aloe (babosa) pode e muito ajudar nesta parte.
Aqui em casa, eu, meu marido e meus 3 filhos Bruno, Davi e Vitor, de 12, 10 e 8 anos, estamos fazendo uso deste maravilhoso recurso. Usamos o preparado de babosa como suplementos alimentar, conforme a receita do Frei Romano Zago .
Veja o link: http://jornadacontraocancer.blogspot.com/2009/05/babosa.html
Tomamos o preparado por 10 dias, depois damos uma pausa de uns 30 dias e voltamos a tomar novamente.
Segundo os livros que tenho pesquisado, a aloe (babosa) auxilia o organismo no restabelecimento de diversas doenças, entre elas: câncer (auxílio durante a radioterapia e a quimioterapia), AIDS, fibromialgia, diabetes, feridas (excelente cicatrizante e analgésico), acne, alegias, anemia, arteriosclerose, artrite, asma. arritmia cardíaca, inflamações da bexiga, derrame cerebral, doenças do coração, doenças dos olhos, doenças femininas, esclerose múltipla, rugas, gastrite, queimaduras, hemorróidas, hepatite, cirrose, impotência, lúpus, manchas na pele, problemas bucais, problemas capilares, psoríase, sinusite, úlceras, varizes, entre outras doenças.



Composição da aloe (babosa):
- Lignina – sua presença denota grande capacidade de penetração na pele humana
- Sapopinas – capacidade antisséptica e de limpeza e também agentes saponificantes
- Composto antraquinônico (agentes laxativos, agentes bactericidas valiosos e capacidade virucida): Aloína, barbaloína, isobarbaloína. glicosídio barbaloína, aloe emodin lemodin, ácido aloético, óleo etére, ácido crisofânico, ácido cinâmico, éster do ácido cinâmico, resistanóis.
- Ingredientes inorgânicos e minerais (elementos minerais no corpo humano, que interagem com certas vitaminas, co-enzimas e enzimas proteolíticas): cálcio, sódio, potássio, clorina, zinco, manganês, magnésio, cobre, cromo
- Vitaminas - Se o organismo se debilitar ou adoecer, sãs as vitaminas os primeiros elementos que necessitam ser repostos para que o organismo recobre a saúde): vitamina B1,niacinamida (niacim), vitamina B 2, Vitamina B6, vitamina C, vitamina E, colina, ácido fólico.
- Mucopolissacarídeos: celulose-glicoce, manose, ácido urânico, aldonentose e L.triarmose
- Enzimas (incluindo os grandes complexos proteolíticos, identificadas no gel da babosa): oxidase, catalase, amilase, celulase e a aliinase.
- Aminoácidos identificados no gel da babosa: lisina, treonina, valine, tionina, leucina, isoleucina, fenilanina, histidina, arginina, hidroxiprolina, ácido cuparático, serina, ácido glutâmico, prolina, glicerina, alanina, cistina e tirosina. Existem 22 aminoácidos que necessitam estar presentes no corpo humano saudável. Oito deles são considerados essenciais, porque podem fabricar outros aminoácidos no organismo. Na babosa são encontrados 20 dos 22 aminoácidos, bem como 7 dos 8 aminoácidos essenciais.

Nenhum laboratório farmacêutico do mundo consegue produzir sinteticamente algo que se aproxime do valor da aloe (babosa), para a vida humana.

A aloe (babosa) representa o vegetal mais completo e saudável dentre todas as espécies de vegetais. Um verdadeiro presente de Deus e da natureza.

Margarina faz Aumentar Colesterol LDL

A gordura da margarina, que é o óleo vegetal hidrogenado ou solidificado, (trans fats) aumenta o LDL e abaixa o HDL, promovendo obstruções coronarianas.

Fonte: Willett, WC ET AL – “Intake of trans fatty acids and risk of coronary heart disease among women” – The Lancet – 1993 – 341:581-85

quinta-feira, 13 de agosto de 2009

Lupeol (uvas, mangas, morangos) X Câncer

Estudo demonstrou que o 'lupeol' é eficaz no tratamento do câncer de cabeça e pescoço. Presente em uvas, mangas e morangos, ele pode ser útil na cura de outros tipos da doença.

O lupeol, um componente presente em frutas como mangas, uvas e morangos, teria a capacidade de destruir e impedir a multiplicação de células cancerígenas da cabeça e pescoço, revelou um estudo de Hong Kong.

Um experimento com ratos demonstrou que o lupeol tem maior eficácia se utilizado em conjunto com drogas quimioterápicas e que praticamente não apresenta efeitos colaterais, afirmaram os cientistas da Universidade de Hong Kong, em artigo publicado no "Cancer Research", em setembro.

"Ele [o lupeol] pode impedir a movimentação e o crescimento das células cancerígenas, e descobriu-se ser mais eficaz do que as drogas convencionais (como o cisplatin)", disse Anthony Yuen, professor do departamento de cirurgia da Universidade de Hong Kong."O lupeol é ainda mais eficiente se combinado com drogas quimioterápicas e tem pouquíssimos efeitos colaterais", continuou.

A equipe de cientistas planeja fazer uma nova bateria de testes com animais e também espera realizar testes clínicos em humanos, apesar de não se comprometer em seguir uma agenda fixa para isso.O câncer de cabeça e pescoço abrange os tumores de nariz, cavidade oral, garganta, cordas vocais, tireóide e glândulas salivares, e é mais comum em asiáticos do que em ocidentais.

Alguns dos fatores de risco são atribuídos ao cigarro, ao consumo excessivo de álcool e a dietas ricas em conservantes.

Inoperáveis

Difícil de serem tratados, esses tipos de cânceres são diagnosticados, em 50% dos pacientes, em estágios avançados, quando as possibilidades de cura são tão baixas que se tornam casos inoperáveis.Cirurgias na cabeça e pescoço são sempre difíceis de serem realizadas porque envolvem a retirada de áreas extensas de tecido doente e, antes de operarem, os cirurgiões precisam descobrir como fechar as enormes feridas que serão feitas.

Também encontrado em vegetais, azeitonas, figos e palmitos, o lupeol teria a capacidade de bloquear uma proteína natural -- conhecida como NFkB -- que ajuda na reparação e no crescimento das células, explicou Yuen.


Peso mantido

No experimento, o lupeol foi dado a ratos infectados com células cancerígenas de cabeça e pescoço. "A substância não só impediu o alastramento das células malignas nas cobaias, como fez com que o tumor diminuísse de tamanho. Em comparação às drogas convencionais, o lupeol reduziu o câncer de maneira incrivelmente mais rápida", disse Terence Lee, outro membro da equipe de pesquisadores.

"As drogas convencionais também fizeram com que os ratos emagrecessem muito, mas os que foram submetidos ao lupeol mantiveram a sua forma", explicou, já que a perda de peso é um fator negativo na luta contra o câncer.

Yuen espera que o lupeol possa ser utilizado para o combate de outros tipos de câncer que também dependam da proteína NFkB para crescer e se multiplicar.

"Talvez seja possível utilizá-lo em outros tipos de câncer porque ele [o lupeol] é capaz de suprimir a proteína NFkB, que é ativada em vários tipos da doença, como no câncer de próstata, câncer de seio e de fígado", disse o pesquisador.

segunda-feira, 10 de agosto de 2009

10 JUN 2009 - Natação


Hoje o Vitor voltou a fazer aulas de natação. Estava todo feliz! Como gosta de água! Não importa se é da praia, rio, piscina, banheira ou até mesmo do chuveiro... rsrsr Até que ele vira-se bem na piscina. Quando era menorzinho, fazia aulas e gostava muito. Natação é a atividade física que ele mais se interessa.

Esta será a última semana de férias (pelo menos é o que esperamos). O retorno às aulas deveria ter sido dia 04/08, só que devido precauções relacionadas à gripe suína, foi adiado para o dia 17/08. Mas a escola enviou um comunicado na semana passada, solicitando o comparecimento na escola para retirar tarefas a serem feitas em casa neste período de “férias forçadas” ...

Agora só falta terem aula até no Natal...rsr

Abração a todos!

Fibromialgia X Suplementos Nutricionais

(Experiência pessoal do médico americano Dr. Ray D. Strand, a respeito da cura de sua esposa)

"Eu já não sabia quanto de frustração ainda seria capaz de tolerar com a saúde declinante de minha esposa. Eu não era apenas mais um marido preocupado: era um médico. E, sendo médico por mais de 30 anos, eu estava habituado a ter respostas para questões médicas. Após graduar-me na Faculdade de Medicina da Universidade de Colorado e ter feito um trabalho de pós graduação no Mercy Hospital de San Diego, estabeleci um bem-sucedido consultório familiar em uma cidadezinha no oeste da Dakota do Sul. Nesse período, conheci Liz e nos casamos. Ela tinha alguns problemas de saúde, mas supunha honestamente que sua saúde melhoraria caso se casasse com um médico. Nunca esteve mais enganada!
Em pouco tempo, nossa família passou a incluir três filhos abaixo dos 4 anos, e a atarefada Liz foi ficando cada vez mais esgotada. Toda mãe de filhos pequenos se cansa, mas Liz parecia incomumente fatigada. Embora tivesse apenas 30 anos, disse-me que sentia ter 60.
Conforme os anos se passaram, ela desenvolveu mais sintomas e problemas de saúde, que requeriam medicações diversas. Por volta de nosso décimo aniversário de casamento, Liz estava tão cansada que passava a maior parte do tempo lutando para colocar um pé adiante do outro. Ela sofria dores corporais contínuas, uma fadiga avassaladora, alergias horríveis e infecções recorrentes dos pulmões e dos seios da face.
Finalmente, após testes e avaliações, os médicos diagnosticaram o problema de Liz como sendo fibromialgia. Esta condição médica envolve diversos sintomas – os piores sendo a dor crônica e a fadiga.
Em anos passados a fibromialgia foi chamada de “Reumatismo psicossomático”, e os médicos acreditavam que a doença existia apenas na cabeça do paciente. Desde então, aprendemos que a fibromialgia é uma doença real e lastimável – algo que posso confirmar após ter visto o sofrimento de minha esposa.
Liz estava disposta a tentar de tudo para continuar dando curso a sua paixão: treinar e montar cavalos de corrida. Mas chegou um momento em que sua dor e fadiga impediam qualquer trabalho com seus amados animais. Ela ficou tão gravemente cansada que não conseguia ficar desperta muito além das 8 da noite, e esfalfava-se por manter-se em dia com a rotina doméstica. Como a fibromialgia não tem cura, tudo o que pude fazer para minimizar os sintomas de Liz foi carregá-la de medicamentos. Eu a fiz tomar amitriptilina à noite para dormir, antiinflamatórios para dor, relaxantes musculares, inaladores para asma e febre do feno, seldane para alergias e até mesmo injeções antialérgicas semanais. Apesar de meus esforços e de toda essa medicação, sua saúde piorava ano após ano.
Em janeiro de 1995, Liz e eu concluímos que uma quantidade maior de exercícios seria melhor para nós dois. Estávamos com uns quilos a mais e tomamos a resolução de Ano Novo de voltar à forma. Liz tentou, mas perdia mais exercícios do que fazia. Uma infecção após outra a acometia e a deixava sob antibióticos quase o tempo todo.
Em março, ela contraiu uma grave pneumonia. Ela tinha dificuldades para respirar, pois um lobo de seus pulmões fora totalmente tomado pela infecção e cerrara-se. O médico que cuidava de seus pulmões tinha grandes receios de que estes não se recuperassem, podendo exigir, até mesmo, cirurgia e remoção. Consultamos um especialista em doenças infecciosas, que submeteu Liz a antibióticos intravenosos, esteróides e tratamentos com nebulizador. Felizmente, dois meses mais tarde a pneumonia desapareceu. Sua tosse, contudo, persistiu, e ela continuou submetida a medicamentos intensos durante meses.
Mais preocupante era sua fadiga, que se mostrava pior do que nunca. Liz só saía da cama, em média, duas horas por dia. Sua asma e suas alergias agravavam-se, e só com boa sorte ela conseguia caminhar até o galpão para ver seus cavalos. Liz estava tão doente que as crianças faltavam em turnos à escola para tomar conta dela. Constantemente de cama, ela se sentia muito fraca, mesmo para ver TV ou ler algo. Isso prosseguiu mês após mês. Embora mantivesse exteriormente um aspecto profissional, em meu íntimo eu estava ficando desesperado.
Visitei diversas vezes o pulmonologista e o especialista em doenças infecciosas. Eles me asseguraram que vinham fazendo todo o possível, dado o diagnóstico de Liz. Quando perguntei quanto tempo levaria para que ela se recuperasse, a resposta foi que de seis a nove meses – ou talvez nunca.
Mais ou menos por essa época, uma amiga da família comentou com Liz que seu marido também tivera pneumonia e sofrera com uma grande fadiga durante a convalescença. Ele tomou certos suplementos nutricionais, e estes o ajudaram a recuperar as forças. Liz e sua amiga sabiam de minha atitude negativa com relação a suplementos nutricionais, então Liz tinha ciência de que precisaria de minha aprovação antes de experimentá-los. Quando me abordou, até eu fiquei surpreso com minha resposta: “Querida, pode tentar o que quiser. Nós, médicos, não estamos lhe fazendo nenhum bem.” Para ser sincero, eu não sabia quase nada sobre nutrição ou suplementação nutricional. Na faculdade de medicina não tinha recebido quase nenhuma instrução sobre o assunto. E não estava sozinho. Apenas 6% dos médicos formando-se atualmente nos Estados Unidos têm algum treinamento em nutrição. Os estudantes de medicina podem fazer cursos opcionais sobre o tema, mas poucos efetivamente os fazem. Como observei na Introdução, a educação da maioria dos médicos é concentrada em doenças, com uma grande ênfase em produtos farmacêuticos – aprendemos sobre remédios e sobre por que e quando usá-los.
Em função do respeito que têm pelos médicos, as pessoas presumem que somos especialistas em todos os problemas relacionados à saúde, incluindo nutrição e vitaminas. Antes de minha experiência de conversão com a medicina nutricional, meus pacientes perguntavam-me com freqüência se eu achava que tomar vitaminas trazia algum benefício à saúde. Eles levavam seus frascos de suplementos ao consultório e me faziam examiná-los. Eu franzia o cenho e, com minha expressão profissional mais astuta, examinava cuidadosamente os rótulos. Devolvendo os frascos, respondia que aquela droga não servia para nada.
Meus motivos eram bons: eu não queria que as pessoas desperdiçassem seu dinheiro. Eu acreditava realmente que aqueles pacientes não precisavam de suplementos e podiam obter todas as vitaminas de que precisavam com uma boa dieta. Afinal de contas, é isso o que aprendi na faculdade de medicina. Eu podia até citar algumas pesquisas que apontavam o perigo potencial de certos suplementos. O que não dizia a meus pacientes é que eu não tinha passado um minuto sequer avaliando as centenas de estudos científicos que provavam o valor da suplementação para a saúde.
Mas o que fazer com minha esposa doente? Eu podia bancar o mágico profissional no consultório, mas, em casa, era apenas outro marido desamparado, vendo a esposa fenecer. Eu realmente não tinha escolha, e por isto disse a Liz: “Vá em frente, experimente as vitaminas. O que você tem a perder?”
No dia seguinte, sua amiga nos trouxe uma série de suplementos vitamínicos – carregados em antioxidantes: nutrientes como vitamina E, vitamina C e betacaroteno, que protegiam o corpo contra os efeitos nocivos da oxidação. Liz os engoliu com avidez, e emborcou ainda dois copos de líquidos para a saúde. Para meu espanto, em três dias ela se sentia visivelmente melhor. Fiquei feliz por ela, mas confuso. Conforme os dias seguintes transcorriam, Liz ganhava mais força e energia, e até mesmo ficava em pé à noitinha. Depois de três semanas ingerindo pílulas e tomando aquelas bebidas de aparência exótica, ela se sentia tão bem que parou com os esteróides e os tratamentos com nebulizador.
Três meses se passaram, todos trazendo melhoras graduais, e Liz não sofreu nenhuma recaída. Ela estava mais forte do que jamais se sentira em anos, e exalava uma renovada perspectiva para a vida. Eu via o brilho em seus olhos quando ela retornava dos treinos e dos cuidados com seus cavalos. Ela não somente conseguia desempenhar as tarefas no estábulo como já não temia sofrer de reações alérgicas ao feno, ao mofo e à poeira. Em vez de cambalear até a cama pouco depois do jantar, ela ficava acordada até as 11 horas ou até a meia-noite. Era eu que ia para a cama primeiro.
O que havia ocorrido? Eu estava aturdido. Se não tivesse sido testemunha ocular desta transformação, nunca acreditaria nela. Seria possível que algumas “vitaminas esquisitas” tivessem restaurado a saúde de minha esposa quando todos os medicamentos e toda a perícia médica eram incapazes de ajudar? Não somente os pulmões de Liz se recuperaram da pneumonia como os sintomas de sua fibromialgia tinham melhorado sensivelmente. Como não existe tratamento médico para fibromialgia, o que estava acontecendo? Era um dos milagres misteriosos de Deus ou seria possível que a saúde renovada de Liz se devesse àqueles – que horror! – suplementos nutricionais?
Para uma pessoa treinada na ciência médica, fiz o que sucederia naturalmente: decidi realizar meu próprio experimento clínico. Revisei meus registros em busca de cinco de minhas pacientes mais sérias de fibromialgia e lhes pedi que comparecessem a meu consultório. (Que tal essa agora – um médico pedindo a seus pacientes que façam uma consulta?) Relatei a todas a história de Liz e sugeri que pensassem em tomar suplementos nutricionais. Disse a cada uma delas que não sabia se este “tratamento alternativo” funcionaria, mas que valeria a pena tentar.
As vítimas típicas de fibromialgia são desalentadas e, por isso, minhas cinco pacientes se mostraram muito ansiosas. Depois de um período que se estendeu de três a seis meses, todas, sem exceção, declararam ter obtido melhoras de saúde depois de tomar os suplementos vitamínicos. Nem todas experimentaram uma recuperação de saúde como a de minha esposa, mas todas estavam animadas e tinha novas esperanças.
O caso de uma destas mulheres era particularmente grave. Ela buscara soluções na Clínica Mayo e em duas outras clínicas para dores, mas, como não existe tratamento efetivo contra fibromialgia, não encontrou nenhum alívio consistente. A dor do ano precedente a debilitara a tal ponto que ela tentara suicidar-se. Após tomar essas vitaminas, ela me ligou e deixou uma mensagem em minha secretária eletrônica. Visivelmente em lágrimas lutando para falar, ela disse: “Dr. Strand, obrigada por me devolver minha vida”.
Todo médico adora ouvir palavras como essas. Mas o que exatamente estava ocorrendo com estas pacientes? Como eu sabia que meus estudos preliminares com cinco pacientes não bastavam para chegar a uma certeza científica quanto aos suplementos nutricionais, precisei cavar mais fundo.
Em um ano, examinei mais de 1300 estudos científicos médicos editados por especialistas versando sobre suplementos nutricionais e o modo como estes afetam as doenças degenerativas crônicas. Esses estudos eram ensaios clínicos do tipo duplo-cego, controlados com placebo, o tipo que os médicos adoram. A suprema maioria destes estudos aponta uma melhora significativa de saúde entre pacientes que tomavam nutrientes em níveis otimizados, os quais são significativamente mais altos que o nível dos valores diários de referência.
Se você já estiver doente, por favor, anime-se. Quase todas as histórias (dos pacientes do Dr. Strand) são de pacientes que também haviam perdido a saúde. Com muita coragem e determinação, eles continuaram a buscar respostas, e, depois de experimentar os princípios aqui apresentados, recuperaram sua saúde.
Liz é meu estudo de caso. Aliás, a saúde dela continua ótima – embora tenha se casado com um médico! Em vez de passar horas e horas por dia sofrendo dores e fraqueza na cama, ela leva a vida de seus sonhos. Possui a energia necessária para desfrutar plenamente sua condição de esposa e mãe. E sua paixão por treinar cavalos e exibir cavalos já não são anseios da imaginação, e sim uma realidade diária."


O relato acima é a experiência pessoal do Dr. Ray D. Strand, M.D., citada em seu livro: “O Que Seu médico Não Sabe Sobre Medicina Nutricional Pode Estar Matando Você”.

Patê de Grão de Bico

Ingredientes:
-500 gramas de grão de bico
- 1 colher de sopa de tahine
- 1 cebola
- 2 dentes de alho
- sal e azeite a gosto

Modo de preparo:
Cozinhe o grão de bico por 30 minutos. Abra a panela e acrescente alho, cebola e sal. Tampe novamente e deixe cozinhar até ficar bem macio. Acrescente o tahine e o azeite e bata no liquidificador.

Bolo de Castanha

Ingredientes:
- 2 xícaras de palmito picado
- 1 xícara de castanha de caju moída
- 1 xícara de farinha de rosca
- ½ xícara de tomate picado sem semente
- 1 colher de sopa de tahine
- 1 cebola picada
- 3 dentes de alho moídos
- ½ xícara de salsinha
- 1 xícara de milho verde picado/poído
-1/2 xícara de leite de soja em pó (soja Suprasoy)
- Sal a gosto
- 3 colheres de sopa de azeite

Modo de preparo:
Misturar todos os ingredientes, colocar em forma de bolo inglês ou de pão. Assar com papel alumínio por 1 hora – forno 180 graus.

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